14.12.07
que me voltem as letras deliciosas anunciando novos dias. para que as criações sejam constantes e meu universo se amplie.
Não quero mais rpecisar de rascunhos,
nem estudos prévios para nada.
Ter de volta a minha intuição despropositada,
aquilo tudo que me tornava
um quase louco genial.
E libertar a velha frustrada,
a mandona recalcada,
a zarolha da tese,
do método e estudo.
Divorciar-me dessa malvada.
Me enamorar da mal -criada,
da rima iletrada,
quase esquecida e abandonada.
da, por mim,
quase deixada.
gritos
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22.11.07
Não sei se encaixo na mesma classificação da maior parte ou se abro uma nova classe.
Foi um tempo que eu passei com as pupilas dilatadas e ouvidos atentos. Lia o que me vinha e tentava fazer de tudo gravação.
Espero que a mudança de comportamento tão na véspera me seja útil como me foi durante a escola. Todas as altas médias em provas estudadas na noite anterior poderiam se repedir num âmbito nacional agora, não!?
O que eu percebo é que vai embora toda a malícia que eu tinha ao escrever antigamente. Falta um treino mais freqüente e toda a inspiração.
gritos
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4.11.07
Descobri que nem todas as minhas revindicações eram fundamentadas. Muito pelo qual brigava já estava em minhas mão há tempos de uma maneira discreta, que não se deixava notar facilmente. Enfim notei.
E nem tudo ficou mais claro. Pelo contrário; revolucionou alguns pensamentos e redirecionou outros.
Me encontro perdido em antíteses.
E não sei mais pra que lado seguir: o dos adjetivos antigos ou o das novas descobertas que prometem sucesso com árduo trabalho?
gritos
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30.10.07
Que o foco retorne ao ponto inicial e não se perca mais nas tantas coisas que o chamam a atenção.
O belo de mim já foi descoberto há tempos e, apesar de todas as metamorfoses, não adianta querer incorporar adjetivos que não fazem parte das minhas verdades iniciais.
Não quero forçar nada, nem sei se minhas reclamações têm um fundamento real...
Mas quero meus dias leves pra desenvolver os adjetivos antigos. ser o melhor no que eu sei. não ter mais que me contentar com as áreas nas quais posso apenas me tornar medíocre.
E me contentar - não tenho talento pra tudo.
gritos
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24.10.07
Eu tenho noção do quanto me fez ( e faz) falta o carpe diem tão tatuado por aí.
Passei um bom tempo com vontade de não ser eu mesmo, esperando que passassem todas as metamorfoses para que eu me visse finalmente pronto e descobrisse o que me aguardava no final do todo. Ia agregando umas idéias que já pareciam tão velhas, gostando de coisas que me deixavam mais rigoroso com qualidades musicais e ficandoi cheio das análises de compassos e das conversas difíceis. Enquanto isso iam se descobirndo como seres ainda. Vivenciavam seus instintos enquanto eu me racionalizava.
Finda a pré-adolescência e eu quero meus instintos de volta. E ouvir músicas idiotas que estão na moda, que todo mundo gosta. Não quero ser original, receber elogios pelo meu estilo ou novos feitos prodigiosos.
Essas elevações não se avisam temporárias e te fazem buscar uma constância nelas.
Cara Constância, escreva-me, apresente-se, dê notícias, por favor!
gritos
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